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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Paraguai deve se consolidar como um dos maiores produtores mundiais de grãos
Expedição Safra
O Paraguai deve se estabelecer como um dos grandes players mundiais do setor de grãos. Segundo estimativas da Expedição Safra, o país deve aumentar em 50% sua produção de soja e milho nos próximos dez anos, chegando a marca de 15 e 6 milhões de toneladas respectivamente. O desafio para o setor produtivo paraguaio atingir essa marca, entretanto, é ampliar o escoamento da colheita pelas rodovias do país, principal gargalo de sua logística.
 
Para o ciclo 2018/2019, a expectativa é que a produção de soja do país cresça 6,5%, alcançando 9,7 milhões de toneladas (ante 9,1 milhões da última temporada). Já a colheita do milho será 1,6% superior, avançando de 4,13 milhões para 4,2 milhões de toneladas. A tendência é que o Paraguai explore cada vez mais o cultivo na região do Chaco, região semi-árida e com pouca população, localizada no norte paraguaio.
 
Transporte
 
Duas das principais vias rodoviárias do Paraguai têm previsão para finalizar obras de duplicação de pistas até abril de 2019. A Ruta 7, que liga as cidades de Coronel Oviedo e termina na Ponte da Amizade, em Cidade do Leste, com 193 km de extensão e a Ruta 2, que vai de Assunção a Coronel Oviedo, tendo 132 km de estrada. Essas rotas auxiliam na conexão da produção paraguaia com a fronteira brasileira.
 
Até 2002, o Paraguai utilizava majoritariamente o Porto de Paranaguá e ancoradouros argentinos para escoar sua produção, mas devido a bloqueios políticos buscou investir no transporte hidroviário, o transformando no principal modal do país. “A rede hidroviária do Paraguai causa inveja a muitos países, tendo uma rede de 35 terminais de grãos. Já o modal rodoviário ainda tem margem para crescimento, necessitando de maiores investimentos”, analisa o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador da Expedição Safra, Giovani Ferreira.
 
“Outra dificuldade  é a própria legislação paraguaia, que impede a circulação de caminhões bitrem pelo país, aumentando o número de viagens e os custos com o transporte”, finaliza Ferreira. A principal justificativa para essa proibição é o impacto causado na malha viária com esses veículos, que podem carregar quase 40 toneladas por frete.
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