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quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Agregação de Valor

 

O agronegócio brasileiro é hoje um dos mais modernos do mundo. Conta com tecnologia, modernos sistemas produtivos e sustentabilidade. Na interface com o mercado, o rumo que o setor vem tomando é, cada vez mais, o de oferecer produtos diferenciados, personalizados, artesanais ou industrializados, com agregação de valor e inovação. Como explorar as possibilidades - e, principalmente, as oportunidades – foi tema centra da live Agregação de Valor, que integra a programação do 2º Encontro das Empreendedoras do Agro de Minas.


Veja os principais destaques:

Flávia Fontes, editora-chefe da Revista Leite Integral

“Acredito muito na inovação e no ser diferente, ser pioneiro. As pessoas pensam que é preciso ser igual, oferecer o que todos estão oferecendo, ao invés de apostar em um bom diferencial. Se você se antecipa, se é único no mercado, você tem poder de negociação, de fazer seu preço. As redes sociais abrem um enorme espaço e conferem poder ao empreendedor. Se antes ele só seria visto se desembolsasse grandes valores para anunciar na TV, agora ele consegue falar com seu público diariamente. E o mais importante: medir como cada postagem impactou esse público. E readequar suas ações, se preciso. Mas é preciso entender melhor seu consumidor, ter ele como foco das ações”.


Érica Lopes, produtora da Cachaça Artesanal Pinheirinha

“O cuidado na produção faz a diferença, precisa de um canavial bom, investir na qualidade, na higiene. A nossa cachaça é fruto de uma empresa familiar e tenho orgulho de dizer que estou envolvida e aprendendo a cada dia com a labuta que é. E, nós mulheres, temos ganhado espaço, principalmente ao não ter medo de trabalhar para levar ao consumidor final a qualidade do produto. A agregação de valor está em vender qualidade, uma boa aparência e uma história por trás do produto”.


Paula Dias, cofundadora e gestora da Grandpa Joel’s Coffee

“Nossa primeira atitude foi nos capacitar. Procuramos o Senar, fizemos muitos cursos excelentes e gratuitos. Apostamos em qualidade, em certificação para exportar. Descobrimos que contar a história por trás de uma xícara de café é um diferencial. Apostamos nisso e colocamos nossa história no rótulo, que é um rótulo bonito, desenhado à mão, e se destaca entre vários. A pessoa que compra seu café tem que se sentir que está recebendo um presente. Também apostamos em parcerias com outros produtos, que foram agregando valor ao café, e colocamos então no mercado licor, geleia e outros produtos. E nosso terceiro passo está sendo o turismo rural, mostrar o processo onde tudo acontece, do início ao fim. Levar as pessoas para subir a montanha e colher seu próprio café. A gente não quer só vender café, queremos vender experiência”.

 

Priscila Lins, gerente de Agronegócios do Sebrae Minas

“A base da agregação de valor é o inconformismo. A vontade de fazer mais, fazer diferente, inovar, colocar a história da família ou mostrar o processo de diferenciação como diferencial. E a mulher não se acomoda, ela busca sempre mais e alcança muita coisa. Outro ponto importante é a valorização da origem. Contar a sua história individual, e também a história de um grupo local é valorizar o território e isso valoriza o produto. Precisamos evoluir cada vez mais neste olhar de origem como uma forma de o produtor ganhar dinheiro”.


Ludymila Marques, jornalista do Sistema FAEMG

“Vale à pena sair do lugar comum e agregar valor ao produto. Um ponto bem importante que gera a diferença é a valorização da origem, como pode ser visto no caso da cachaça mineira, do café, dos queijos. O processo de mostrar a origem tem se tornado mais fácil para os produtores. As mídias sociais estão ajudando os produtores a apresentarem suas histórias e gerar bons negócios. E nesse ponto também, a mulher é muito competente; em cuidar dos detalhes, contar bem sua história, mostrar os bastidores e agregar valor ao que faz com muita dedicação”.


 

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