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Cemig anuncia R$6,2 bilhões e 80 subestações

ENERGIA RURAL
ESCRITO POR ASCOM
22/12/2020 . SISTEMA FAEMG

O presidente do Sistema FAEMG, Roberto Simões, recebeu equipe de gestores da Cemig para discutir avanços na distribuição da energia elétrica; fundamental para as atividades agropecuárias.  “A Cemig está fazendo o maior plano de investimentos da sua história. Serão 6,2 bilhões de reais e 80 subestações, 12 delas já entregues em 2020. E nos procuraram para apontar demandas e prioridades do agronegócio mineiro para receber as melhorias na rede”, explicou Roberto Simões.
A FAEMG construirá, junto à empresa, um estudo das demandas específicas por regiões e por atividades produtivas, balizando o planejamento e priorização dos investimentos.

Roberto Simões – presidente do Sistema FAEMG
Recebemos hoje da Cemig notícias alvissareiras. A empresa está em nova fase, com investimentos programados em aumento de oferta de carga e novas subestações. E querem o apoio do Sistema FAEMG para articular a demanda do setor rural nesta expansão da capacidade de oferta de energia. Serão elencadas regiões ou setores a serem priorizados, e esse planejamento trará grandes benefícios ao meio rural, que tem se tornado, cada vez mais, eletrodependente. 

Ronaldo Gomes de Abreu - Diretor da Cemig Distribuição
A Cemig identificou regiões onde estão ocorrendo problemas, mas entendemos que a parceria com a FAEMG será fundamental para ampliar esse levantamento. Faremos, juntos, a análise dessas informações, que irá assegurar a otimização do investimento, atendendo com qualidade os aumentos de carga e as novas conexões. 

Wantuil Teixeira  - Gerente de relacionamento com o cliente da CEMIG 
Estamos buscando direcionar os aportes em infraestrutura de energia elétrica para regiões com uma demanda reprimida e crescimento da atividade agrícola. O setor está crescendo, e demandando cada vez mais. Temos conhecimento de que há uma demanda reprimida e viemos pedir o apoio da FAEMG para identificarmos aquelas que ainda não foram sinalizadas para a Cemig, para compormos um estudo completo.

Roberto Bastianetto – Diretor-adjunto de Comunicação e Sustentabilidade 
Temos que cumprir a missão de voltar a ser um motor de desenvolvimento em nosso estado. Isso passa pelo agronegócio, indubitavelmente. A Cemig vem então, mais uma vez, dialogar e entender melhor as necessidades dos grandes segmentos, das principais cadeias agropecuárias, da aquicultura e da prática de irrigação, para que possamos promover a força do agro e tudo que ele representa para Minas. E entendemos que a melhor forma de ouvir os produtores é através da FAEMG, que é quem melhor os representa em Minas Gerais.

| Representação dos consumidores rurais
A FAEMG é representante dos consumidores rurais no Conselho de Consumidores da CEMIG. Apresenta constantemente as demandas dos produtores, dos Sindicatos, das cadeias produtivas e acompanha os casos, na busca por melhor atendimento da distribuidora ao público.

Na última reunião do ano do Conselho, em 16/12, com a participação do presidente da CEMIG, Reynaldo Passanezi, e do diretor Ronaldo Gomes, as representantes da FAEMG, Aline Veloso e Ênnia Guedes, apresentaram os principais problemas enfrentados pelos produtores rurais junto à CEMIG, a dificuldade de acesso à distribuidora, os problemas no atendimento de demandas, casos de interrupção no fornecimento de energia (recorrentes em algumas localidades) e a necessidade de obras na rede.

“Também tratamos das inconsistências na desclassificação das unidades consumidoras, por conta do recadastramento em 2019, que tem onerado as faturas dos produtores que ainda estão classificados incorretamente”, conta Aline.

O presidente da CEMIG apresentou o PLANO DE INVESTIMENTO que está sendo implementado pela distribuidora e as ações estratégicas e suplementares para o período 2021 e anos seguintes, que deverão trazer melhorias para a rede e para os consumidores rurais.

“Em fevereiro, a CEMIG apresentará as informações do plano de investimento, a localização dos investimentos e o mapa de disponibilidade de carga. A partir daí, articularemos os levantamentos e as demandas de produtores das diversas cadeias”, conclui Aline.