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Caldas conclui grupo e comemora resultados

ATEG BALDE CHEIO
ESCRITO POR DENISE BUENO, DE PASSOS
15/07/2022 . SISTEMA FAEMG, SINDICATOS, SENAR

Produtores de Caldas concluíram os dois anos de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Balde Cheio, no mês de junho. Os resultados do programa, desenvolvido no município em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais, foi excelente, com o aumento dos índices reprodutivos do rebanho. Agora, os produtores seguem o trabalho para manter o crescimento da atividade.

Os 24 pecuaristas assistidos são pequenos produtores. O técnico, o médico veterinário Pedro Henrique Maure Carvalho, destaca nesse período o conhecimento dos produtores sobre o verdadeiro valor da pecuária leiteira, o que foi muito gratificante para ele. Além desse quesito, a melhoria na sanidade e na nutrição elevou os índices reprodutivos do rebanho. “Melhorando esses índices tivemos maior retorno sobre capital de acordo com animais em produção”, disse Pedro. Ele ainda destaca que, no primeiro ano do ATeG, os índices de vacas em lactação do rebanho sobre vacas totais não chegava a 70%. Após dois anos, os índices chegaram a 80%, com a melhoria dos índices reprodutivos.

Jonas e Elaine foram beneficiados pela assistência técnica e gerencial

Resultados

Para a produtora Elaine Cristina Bonifácio, do Sítio Santa Clara, o ATeG Balde Cheio ajudou no processo de gestão da propriedade e na reprodução do rebanho. “Eu já fiz muitos cursos do SENAR e aprendi muito, mas, na parte da gestão, das anotações, não seguia como deve ser”.

Elaine e o marido, Valdinei de Souza Porfírio, estão na pecuária leiteira há 11 anos. Ela disse que, agora, depois do ATeG e com produção de 250 litros/dia, é que os resultados estão começando a aparecer. A programação da família é chegar aos 400 litros/dia.

Iniciante

Jonas Carvalho Nadur, do Sítio Província da Gineta, estava há apenas sete meses na atividade quando ingressou no ATeG Balde Cheio. O programa foi super importante para ele, pois já começou com informações corretas de gestão e assistência técnica sem fazer nada errado.

“O programa foi muito bom para discutirmos as dúvidas. O Pedro estava sempre disponível para nos orientar. Iniciamos em um momento muito difícil com a pandemia, o que foi essencial para trabalharmos com a redução de custos, sem afetar a nossa produção”. Ainda segundo o produtor, apesar do momento complicado, de crise no setor, ele conseguiu aumentar a sua produção, adquirir animais, trocar a ordenhadeira e o tanque de expansão, além de plantar mais milho para a silagem do rebanho.

Sindicato

O presidente do Sindicato Rural, Messias Sebastião Guimarães, conta que o ATeG foi muito bom na região, pois muitos produtores não tinham conhecimento sobre gerenciamento, muito menos sobre controle reprodutivo. “Eu sugeri a opção de criar um acompanhamento virtual pós ATeG, para motivar os produtores a continuar gerindo bem a sua propriedade”.